2 de agosto de 2010
deixa pra amanhã
Maman, je suis cliche
21 de julho de 2010
literalmente amor



o vídeo da intervenção:
1 de julho de 2010
maldito seja jean-paul
Eu, meu livro de rodoviária e os passantes que mal me percebem aqui. No lugar das partidas ficam sempre as mesmas angústias. Ta meio frio, daqueles que a gente sente hora sim, hora não. O Sartre embaralhou a letra e misturou a mim. A liberdade nonsense de que falava destoou com minha vontade de acordar logo
28 de junho de 2010
interlúdio
23 de junho de 2010
severino cadê meu briefing?
Manhã Manha Acorda Treme Aula Reunião Trabalho Prazo estourado Reunião Reunião Relatório “Tá errado” Faz de novo Vê mais um café Briefing Branding I’m cansading Tudo pro altoing Cumpre as horas Pesquisa Ensino Extensão De mim Dorme Acorda E finge que não gosta por mais um dia
21 de junho de 2010
(s)enfim
15 de junho de 2010
monocromia
14 de junho de 2010
chá de habu
1 de junho de 2010
a gente quer ver horizonte distante
31 de maio de 2010
em verso, inverso
E veio a mim
O cara
Vestido de idéia
“Querubim”
Sorri
E veio a mim
Pele de poesia
Mordida de nó
Ar de maresia
Pensei
E veio a mim
Aquele moço
Destruindo a métrica
De rima e osso
Sosseguei
E veio a mim
Virou verso
Pensamento do avesso
Inverso
18 de maio de 2010
senão eu te invento por toda eternidade
Na minha frente estava Décio Pignatari. Era hora de fazer silêncio. Foi então que ele disse: “A gente já não sabe mais apreciar uma bela poesia”. Eu que por tantas vezes pensei ver o ressurgimento da utopia poética, fiquei triste. Será mesmo que foram-se os amores? As dores? Tenho medo que os poetas, eternos egoístas, não levem em consideração a promulgação. Esta quantidade extrema de lugares onde a poesia ganhou espaço deixa-os levemente frustrados. O que acabou foi a mesa de bar, quando não existia lei anti-fumo, quando o uísque era charmoso, quando as cartas demoravam a chegar pelo correio, quando a publicação em um livro era a única forma de expansão do trabalho. Vemos poesias em blogs, em lambes na rua, em encontros, nos olhares. A poesia está aí para quem ainda a quiser. Os mesmos de sempre. A pequena parcela que sempre se interessou. A única diferença é que hoje já não se pode mais fumar no bar, as intenções chegam por e-mail e os best-sellers são de auto-ajuda – geralmente sobre a forma mais rápida de ficar rico - . No entanto, quem sou eu para contrariar Décio, bom mesmo é esquecer de tudo e apenas ouvi-lo. Um velhinho em forma de poesia concreta.
25 de março de 2010
juízo e carnaval
Um pouquinho de Lanna no mundo da recotada sem cetim, mas cercada de gente talentosa que fez do cimento um dos lugares mais legais que eu já vi. Um beijo pro pessoal da organização, que fez desse cinza um colorido genial.
O quê? Recotada, exposição de arte.
Quando? 26 de março, 18h.
Espero todo mundo lá!
24 de março de 2010
entre
restou tão pouco
entretanto
ainda me agarro aos cacos
entre tanto
amor, ódio, rancor ainda há
entretanto
para nós dois
17 de março de 2010
cafeína
tipo de insight
que já tive
na vida
ferveu junto
com a água
do café
que eu estava
preparando